Nome: ò paí ó
Título: ó xenti acabô a baxaria!Buáááá

pq vcs acabaram com a sessão 23x11?
agora esse site não tem mais graça...

Nome: Sergio Antonio Meneghetti
Título: Negro Consciente

Negro Consciente


A cor da minha epiderme
Não retrata meu interior
Não importa o santo ou o verme
Todos somos filhos do Criador

A dor carrego dentro do peito
Mas deve ser dor de frustração
Por Deus o negro também foi feito
Por isso somos todos irmãos.

A escravidão do nosso corpo
Não deve escravizar o coração
O ignorante nos tira o conforto
Mas a alma viaja na imensidão.

Quem faz com o negro o desfeito
Não vê a lei da criação
O que vale e que tenho, é respeito.
E para este cego, eu dou o perdão.

Não sou 100% negro e nem 100% branco
Sou 100% parte deste universo
Tem uma coisa que me deixa triste num canto
Que na evolução, o racista trilha o caminho inverso.

Se a cor para uns é motivo de guerra
Pela paz eu vou ser insistente
Labutarei para melhora da Terra
Afinal, eu sou um negro consciente.


Sergio Antonio Meneghetti 10/11/2006

Autor do livro: “Intuição, Ferramenta de Trabalho”

Nome: Maria Loussa
Título: CONTEMPLAÇÃO

Contemplação


É nova manhã
Ela contempla-se no espelho
Cada marca trabalhada
Pelo pincel do tempo
No seu rosto,
Mas que não lhe trazem
Nenhum desgosto.

Antes, uma pele de cetim
De mocinha,
Mas de repente surge
E vem a tona de forma gradativa
A vaidade escondida
O pensamento
Que lhe trazia alegria
A velhice nunca lhe afligiria.

Agora,
Já em fase outonal.
Observo esta mulher
Adornada de olhar sereno
Imbuída de um desejo pleno
Dentro dela algo brota
Como uma linda gaivota
Descobrindo novos horizontes
Ela se vê construindo pontes.

Pontes de relacionamentos
Marcadas por seu comportamento.
No espelho, desnuda observa
Um rio de esperanças que lhe vê.
Está sempre alerta,
Com a janela d'alma aberta.
E assim toda feliz
Por onde ela for
Está pronta para reviver
A bendita chama do amor.


Maria Loussa


Nome: Sergio Antonio Meneghetti
Título: Semeadores de Futuro

Este fiz para todos os doadores de conhecimento, os Professores.
Sds Sergio
 
Semeadores de Futuro
 
A vida na sua sabedoria
Exige a troca de informação
Sem esta o mundo não andaria
Sem mestres não haveria evolução
 
No inicio da nossa caminhada
Alguém tem que nos estender a mão
Sem esta caridade não seriamos nada
E com esta aprendemos à sábia lição
 
Doar conhecimento para o crescimento
Amar este dom que do alto vem
Ter sempre este gesto de enobrecimento
Ser mestre, orientador, e amigo também.
 
Que o nosso maior Mestre
Abençoe quem tem esta nobre missão
Transformando o ambiente terrestre
Iluminando nossa vida e o nosso coração.
 
Sergio Antonio Meneghetti            15/10/2008



Cresça!
Leia: "Intuição, Ferramenta de Trabalho"
Autor: Sergio Antonio Meneghetti

Nome: RITA VELOSA
Título: A MAIS TRISTE DAS CRÔNICAS

Eu não sou comunista.Eu não sou socialista.Eu não sou capitalista
Eu sou contra a ganância, contra a falta de humanidade, contra os assassinos que pisam na cabeça de outrem para subir na vida.
Eu sou contra hidrelétricas estourando em cima de população ribeirinha sem aviso prévio e sem prévia evacuação.
Que termo usar para denominar quem provoca esse tipo de “imperícia”?
Eu só conheço um: assassino! Maldito assassino! Porque mata inocentes, pessoas que estão em casa, vivendo suas humildes vidas sem nada querer a não ser paz e uma vida simples e digna, dedicada à natureza e ao amor.
Que absurdo! Onde o homem chegou?
E o homem chega a isso por ganância; por desejo de poder e de dinheiro.
Eu não tenho amigos na mídia. Eu não sou uma poderosa jornalista. Ainda bem! Porque senão faliria as empresas onde trabalhasse; diria a verdade sempre. Não pintaria a realidade de acordo com os interesses dos patrocinadores. Poria logo “fogo na fundanga”!
Por isso não exerço mais a profissão. Ela não existe mais ( salvo raras exceções). A ser cabo mandado, marionete, prefiro ser professora e formar novas cabeças em sala de aula: mais humanas, mais bondosas, menos consumistas e gananciosas.
Prefiro ensinar os limites; tentar mostrar até aonde podemos ir e aonde não devemos ir, em nome do “bem-estar”.
Tomara que eu tenha sucesso!Algumas das sementes que plantei germinarão, com certeza, porque jamais fiz isso por dinheiro ou por poder.Fiz, porque sentia que era necessário; porque era a parte que me cabia fazer para tentar resgatar o ser humano decaído e expulso do paraíso.
Prefiro ajudar a salvar esse paraíso que nos foi dado em substituição e que também é tão perfeito a nossos olhos, que nos parece o verdadeiro paraíso.
Quando olhamos para um rio como o Corrente, no planalto Central Brasileiro, para sua mata ciliar, para suas cachoeiras, quando convivemos com toda essa realidade indescritível, sentimos Deus e nos apaixonamos para sempre, irremediavelmente! Somos parte de Deus! Somos quase que perfeitos se conseguimos sentir aquela beleza em nossas entranhas. Foi o que aconteceu com nossa família, por três gerações.
Até 30 de Janeiro de 2008 quando destruíram a Cachoeira das Andorinhas.
Essa cachoeira, no Rio Corrente, em Goiás, tinha mais de 100 metros de largura por 12 de altura: um espetáculo paradisíaco!
Lá, aos seus pés, ficava a sede da fazenda Curral de Pedras.
Dia 30 de Janeiro o homem fez papel de Deus usando seu livre arbítrio e destruiu tudo: quebrou toda a cachoeira, soterrou-a com pedras imensas, varreu do mapa a sede da fazenda e destruiu duas RPPNs existentes no local. Acabou com a mata ciliar do Rio Corrente por quilômetros e assoreou o rio todo. Matou fauna e flora sem piedade. Pôs em risco centenas de vidas humanas. Desabrigou famílias que não tem agora para onde ir.
E essa, é só mais uma história comum.
Todos os dias estamos vendo histórias parecidas nos jornais e nas TVs.
É a banalização do genocídio, da tragédia, da destruição da natureza.
Tudo em nome da ganância! Mas quem liga?
Gaia liga!
E fará justiça cedo ou tarde; podem crer!



Nome: jose mauro candido mendes
Título: ARAGUAIA SANTUÁRIO EDOLOGICO

A R A G U A I A - SANTUÁRIO ECOLOGICO


Autor: José Mauro Cândido Mendes

"A Divina graça que ilunina o
Teu caminho seja alimento do teu
desejo honesto e Te conceda
quanto necessário para
atingires o Paraíso" Dante Alighieri


Araguaia dos encantos e encontros
onde deslizam chalanas, batelões
num turbilhão de águas turvas
camuflando redemoinhos.
Sob suas águas :
pirarucus
pirararas
piranhas
infinitas espécies
Há muito, silvícolas alimentam-se
No passado saciou Anhanguera e sua tropa
Hoje depredado pelo homem...
Araguaia dos encantos e encontros
a ti referenciamos
toda tua beleza encantadora
Águas a beijarem as suas praias
incansavelmente
Araguaia dos encantos e encontros
que as ilhas a ti agradece
Santuário ecológico
padece e reclama sua espoliação
homens insensatos e insaciáveis
sugam com ganâncias suas matas
ribeirinhas
Não transformem a natureza divina
em uma divina comédia para goianos e
mato-grossenses!



jose mauro candido mendes
Publicado no Recanto das Letras em 29/09/2008
Código do texto: T1202553

Nome: ELDORADO DOS CARAJÁS
Título: FELIZ ANIVERSARIO


Saudações, pelo dia de teu aniversário, sáude.

Coletivo do CCEC, singela lembrança.



Pelo sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e ao que é do dia a dia.
Chegamos? Não chegamos?
- Partimos. Vamos. Somos.


É pelo sonho que vamos
(Sebastião da Gama)

Nome: Priscila Rodrigues
Título: Deus cuida de nos

Deus cuida de nós

Em meio a tribulações não nos percebemos,
angustiados quase cedendo ao infortúnio,
temos a consciência do mal que há
e tomamos atitudes desesperadas
para dele nos livrarmos.

Pensamentos entorpecidos,
parece não brotar mais as idéias brilhantes
e mergulhamos em um mar
de péssimas sensações infelizes.
Mas, esquecemos que há alguém,
superior a nós em todos os conhecimentos da vida
que zela por nossa paz.

Numa distração,
num momento em que nos desprendemos
por alguns instantes da inquietação,
lembramos que há um pai,
cheio de recursos e esperanças para nossas vidas.

Renasce um sorriso,
ressurge a fé
e vemos o quão pequenos somos
frente ao nosso próprio medo,
medo que não tem razão de ser
e que de fato não é...

Então que idéia podemos ter de nós mesmos?
Seria a idéia de que não acreditamos em Deus?
Ou teríamos a certeza de que nossa fé é muito fraca?
De fato, não temos forças nem mesmo para crer,
fé de palavra, de boca.
Fé que pensamos existir mas
que nem sabemos o que é.

Pregamos algo que não conhecemos e
isso descobrimos quando nossa fé é colocada a prova.
Mesmo assim,
Deus em sua infinita bondade nos suporta.

E podemos entender quais são os passos
que levam ao rumo da perfeição,
os passos que devemos seguir para melhorarmos,
para crescermos,
pois são os passos que
Deus tem cuidado para conosco,
de tanta benevolência
até com quem não acredita Nele.



Nome: Fátima Paraguassú
Título: Noite de Poesia Goiana

Primeira NOITE DE POESIA GOIANA
Emoção e suspense rondando Goiânia

INSCRIÇÕES ABERTAS

Acesse o site http://www.mementomori.com.br
e veja a emoção que rondou Brasília durante a V Noite de Poesia.

Nome: FÁTIMA PARAGUASSÚ
Título: sem título

'De tanto ver triunfar as nulidades,
> de tanto ver prosperar a desonra,
> de tanto ver crescer a injustiça.
> De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mão dos maus;
> O homem chega a desanimar-se da virtude,
a rir-se da honra,
e ter vergonha de ser honesto.'
(Rui Barbosa)

Nome: ADEILTON OLIVEIRA DE QUEIROZ
Título: 14 de setembro ou você é água

Eu lembro
Foi no dia 14 de setembro
Você nunca me olhava
Então lhe mandei por e-mail
Uma poesia meio
Pop artesanal
Alegre, iluminada, sentimental
Pop balada
Na verdade uma cantada
No melhor estilo Kid Abelha
Pra ganhar você e agradar sua orelha
Depois disso
A vida ficou maravilhosamente engraçada
Bem iluminada e com incrível alegria.
Ganhei você com uma pop poesia.

Eu não vou retê-lo
Eu não sou telha ou parede
Eu não sou guarda-chuva ou rede
Eu não sou represa
Eu não sou dique de contenção
Eu sou livre e você é livre
Porque você é água
Água boa, água à toa
Você corre pra tantos lugares
Pra tantas conexões e situações
Pra tantas pessoas
Mas pra sua surpresa meu bem,
Às vezes, eu sou água também.
www.camarabrasileira.com/adeilton.htm

Nome: Dhel Hegard
Título: As Idades da Humanidade

A história da humanidade nos fala das civilizações que existiram na Idade dos Metais. São 4 períodos distintos a revelar um ciclo vital em gradação decadente a saber:
1 - Idade do Ouro: um período em que a terra produzia sem precisar da interferência humana. Foi o tempo de máximo esplendor que se conhece na terra. A primavera reinava o ano inteiro, e os humanos daquele tempo não conheceram as doenças nem a triste velhice, e morriam por decurso do tempo, sem nehum tipo de sofrimento.
2 - A Idade da Prata: neste período, as coisas começam a mudar. Ao invés de eterna primavera, o ano foi dividido em 4 estações. Para produzir, a terra precisava ser revolvida com arado.
3 - Idade do Cobre: nesta fase, os humanos tornaram-se mais ferozes e começaram a lutar uns contra os outros.
4 - Idade do Ferro: é o período que assinala o apogeu da corrupção universal. "Foi preciso dividir a terra e marcar com as divisas os lotes atribuídos a cada proprietário. Nascia aí a idéia de fronteira entre as nações. Os humanso remexeram as entranhas da terra para extrair os tesouros e viram nascer a discórdia. A partir daí, por toda parte só se ouvia o fragor das armas", conforme nos relata o poeta Ovídio.
Daí, então, o homem conheceu a guerra, e o mundo nunca mais foi o mesmo.
A humanidade precisa reencontrar o caminho e retornar ao esplendor social que imperou durante a Idade do Ouro.
Esse retorno pode ser iniciado através de uma sociedade embasada no pensamento cooperativista, uma sociedade que respeite as leis eternas e imutáveis da natureza, eis que, a natureza é simplesmente o reflexo de Deus.

DH - Escritor ambientalista e cooperativista.
3091-6675 (Goiânia - Goiás)

Nome: Lívia Mascarenhas
Título: SONHO

SONHO

Dependurei o meu sonho

Na barra do horizonte,

À noite sou tua amante

De dia sonho e fantasia

Ao entardecer sou poesia!

E na madrugada, doce orvalho,

Brisa leve no oceano,

Ao amanhecer, vou florir

Na canção dos pássaros.

Lívia Mascarenhas

Texto publicado no Recanto das Letras em:
24/05/2008 sob Licença Creative Commons
Código do texto: T1003874

Nome: M. Marcos Terena
Título: SONHOS GUARANIS




Mato Grosso encerra em sua própria terra

Sonhos Guaranis

Por campos e serras a história enterra

Uma só raiz

Que aflora nas emoções e o tempo faz cicatriz

Em mil canções

Lembrando o que não se diz

Mato Grosso espera esquecer quisera

O som dos fuzis

Se não fosse a guerra quem sabe hoje era

Um outro País

Amante das tradições de que me fiz aprendiz

Em mil paixões sabendo morrer feliz

Cego é o coração que trai

Aquela voz primeira que de dentro sai

E as vezes me deixa assim

Ao revelar que eu vim

Da fronteira onde o Brasil foi Paraguai!



M. Marcos Terena
Director del Memorial de los Pueblos Indígenas
Miembro de la Cátedra Indigena Itinerante

Nome: Sergio Antonio Meneghetti
Título: Dia de Aniversário

Homenagem ao "Dia Nacional da Poesia"

Dia de Aniversário


Nenhuma palavra sai!
Espremo a cabeça para ver se há algo
Esmago meus pensamentos
Tento arrancar sentimentos.

Nada consigo, e hoje é dia importante.
Dia Nacional da Poesia
Necessito escrever algo interessante
Que seja com alegria.

Vou tentar novamente
Quem sabe a cabeça abre e sai pensamentos
Está difícil, está turbulento.
É impossível, já não me agüento.

Vou deixar pra mais tarde
Esfriar a cabeça que arde
Vou esquecer e começar de novo
Talvez esteja fechado, como dentro do ovo.

Vou abafar a razão
Esta me atrapalha
Darei azas a intuição
Esta faz o pensamento, ser levado como a palha.

Leveza é o que preciso
Disso eu tenho juízo
Aniversario de Castro Alves, e também de Cazumbá
Estes são poetas, neles eu vou me espelhar.

Bem! Como não consegui nada vou desistindo
Quem sabe amanhã tenha algo de bom
Novo dia, continuarei insistindo
Pois com fé vou expor meu coração.


Sergio Antonio Meneghetti 14/03/2006

Nome: Maria Loussa
Título: MULHERÃO - Homenagem

MULHERÃO


Você sabe quem é?
Não pense que seja
Aquela mulher delineada,
Bela, requintada ou siliconada,
Não é essa, não.
Mulherão é aquela sofredora
Não tem título de doutora,
Mas sabe tomar quatro ônibus por dia
Enfrenta com alegria
Um tanque lotado de roupa,
A fila para efetuar a matrícula,
E a do Banco para receber a mísera pensão!

Mulherão é aquela
Que cria os filhos sozinha,
Pai e mãe ao mesmo tempo,
Leva e busca os filhos na escola
Leva ainda para natação
E não cansa
Está sempre motivada
Com amor no coração.

Mulherão é aquela
Que leciona por um mínimo salário,
Bota a mesa, cozinha feijão
E ainda em outro horário
Está atrás de um balcão.

Mulherão é também
Aquela que no vai-e-vem
Sabe onde está cada coisa
Procura e acha o remédio
Para a dor que aflige o filho
Fazendo-o melhorar.

Mulherão é aquela dinâmica empresária
Que administra todos os dias
Seus muitos funcionários
Também a sua família;
Faz malabarismo com o tempo
Se cuida e está sempre bonita
E pode até ser capa de revista.

Mulherão é ainda
Aquela mãe que não dorme
Enquanto o filho não chega
Em fervorosa prece roga
O livramento para os seus
Da violência e outras necessidades
Por que crê no amor e cuidado de Deus.

Você é uma mulherão? Parabéns!
Maria Loussa


Nome: Álvaro Catelan
Título: A Mulher de duas Pátrias



Ingrid Betancourt,
a tua imagem estampada
nos jornais é de uma tristeza
de uma fundura sem fim.

Olhando para a tua
imagem
Parece que a vida
Já não tem valor,
E a violência não tem
Mais fronteiras.
Saiu dos becos, dos morros,
Das tocaias, das ruas,
Das diversidades políticas
e sociais,
dos esconderijos
úmidos da selva
Para seqüestrar,
Roubar a vida.

Politicamente se transformou
Em tantas outras mulheres,
Que são mães, filhas, operárias,
guerreiras, estudantes e sonhadoras.

Historicamente, socialmente
Continuas a mulher de duas pátrias,
Mulher de muitas faces,
Mulher sem pátria alguma...

O teu retrato estampado nos jornais
Não é apenas a expressão
De uma face e, do esquecimento,
de um ser humano ultrajado.
O teu retrato de tristeza e desalento,
É um retrato
De uma mulher
De quem seqüestraram também
A pátria, o povo, a história,
O destino, o futuro e a alma.

Pobre Ingrid Betancourt,
Francesa e colombiana,
Esta dupla nacionalidade










Em nada te serve.
E por isso mesmo sofre nas
E pelas duas pátrias.

Ingrid Betancourt,
Neste dia Internacional
Da mulher, pousa na foto como
Mãe e Pietá de todos nós.

Mas na foto em que apareces
triste, abatida, desolada
Não tens como Pietá,
no colo uma criança,
um filho, um magro menino
que seja.
E nem é preciso.

Neste Dia Internacional da Mulher,
todos nós,
Somos os teus filhos.
E estamos igualmente
Feridos, maltratados, machucados.
E atirados em teu colo...


Nome: Edson Pinto Rodrigues
Título: CORES DA NATUREZA

Veja os verdes da mata, os azuis do rio, os laranjas e os amarelos do por do sol e a explosão de cores da alvorada.

Edson Pintor

Nome: Alberto M. de Campos
Título: Escrevia teu nome somente



Escrevia teu nome somente,
Somente para te lembrar,
Lembrar que te quero docemente
Docemente quero te amar.

Amar livremente na ilusão,
Ilusão, por ser casual,
Casual mas minha adoração
Adoração minha, muito real.

Real é meu desejo
Desejo que não quero esquecer,
Esquecer que não te vejo,
Vejo meu coração desfalecer.

Desfalecer de imenso ardor,
Ardor que queima meu peito,
Peito que te guarda meu amor,
Amor perdoa este meu defeito.

Defeito de não saber amar,
Amar mas muito delicadamente,
Delicadamente deixem me sonhar,
Sonhar em te escrever somente.
Autoria: A. Manuel de Campos

Comum enorme beijo, minha amiga linda de Alberto de Campos

Nome: Maria Loussa
Título: CONTEMPLAÇÃO

Contemplação


É nova manhã
Ela contempla-se no espelho
Cada marca trabalhada
Pelo pincel do tempo
No seu rosto,
Mas que não lhe trazem
Nenhum desgosto.

Antes, uma pele de cetim
De mocinha,
Mas de repente surge
E vem a tona de forma gradativa
A vaidade escondida
O pensamento
Que lhe traz alegria
A velhice nunca lhe afligiria.

Agora,
Já em fase outonal.
Observo esta mulher
Adornada de olhar sereno
Imbuída de um desejo pleno
Dentro dela algo brota
Como uma linda gaivota
Descobrindo novos horizontes
Ela se vê construindo pontes.

Pontes de relacionamentos
Marcadas por seu comportamento.
No espelho, desnuda observa
Um rio de esperanças que lhe vê.
Está sempre alerta,
Com a janela d'alma aberta.
E assim toda feliz
Por onde ela for
Está pronta para reviver
A bendita chama do amor.


Maria Loussa

Nome: Azuir FerreiraTavares Filho
Título: MAREJADA NO MARANHÃO

MAREJADA NO MARANHÃO

Vamos aproveitar a maré, pra por o barco no mar.
Na benção de São José, o São José do Ribamar.
Joga rede pescador, no momento da benção.
Deus do céu Nosso Senhor, todo dia dá o pão.

Vamos aproveitar a hora, pra por o barco no mar.
Toda Noite tem aurora, Deus dá luz pro clarear.
Tem problema há resposta, tem questão há solução.
Quem Batalha a vida gosta, tem amor no coração.

Vamos aproveitar a luta, pra por o barco no mar.
Bom amigo não se furta, tem mão livre pra ajudar.
Vamos a vida fazer festa, de partilha e comunhão.
Igualdade é que nos resta, no libertar do coração.

Vamos aproveitar vida, pra por o barco no mar.
Tem de ser razão querida, para a gente embarcar.
Tem de ao próximo ter amor, em tudo boa vontade.
Tem de ser batalhador, na palavra ter verdade.

Vamos aproveitar a fé, pra por o barco no mar,
Nos ilumine São José, pra peixe nunca faltar.
Vamos simples em oração, transbordando de humildade.
Ser pra toda construção, cheio de humanidade.

Vamos aproveitar o amor, pra por o barco no mar.
E todo trabalhador, possa a vida desfrutar.
Ter seu mundo ser feliz, ter a realização.
Filózinha sempre diz, jogar rede é imensidão.

Azuir, Ronaldo, Carlos, Angela, Oceanira e.
Turma do Social da Unicamp.

Nome: Fátima Paraguassú
Título: Homenagem de Edosn à Loussa.

Loussa, uma homenagem desta, não é pra qualquer um não.
Viva o Artista!
Viva o poeta!
Viva a poesia!

Nome: Edson Pinto Rodrigues
Título: MARIA LOUSSA

Mergulhar no oceano literário
Arrancar do fundo ostras mágicas
Rosas, vermelhas e lilás
Idealista das causas humanas
As ricas pérolas do saber

Luminosos poemas são criados
Obedecendo a orientação divina
Ufania com o seu trabalho
Saboreando a cada palavra
Sagaz nas suas interpretações
Alegrando com um final feliz.

Nome: Francisco Amorim
Título: "Hoje"

Hoje varri do meu pensamento
coisas antigas, passadas, findadas.
Matei de uma vez as recordações,
levantei a cabeça e segui.

Hoje despejei no leito do rio
todos os sentimentos, sofridos, incertos.
Derramei de vez os amores duvidosos,
tranquei ressentimentos e joguei a chave fora.

Hoje aprendi com a vida, amar.
Mesmo que seja só eu,
mesmo que baste só a mim,
até que em fim aprendi.

Hoje lamentei ser eu,
apenas mais um romântico
um ser indiferente, vazio.
Tomado por estas vagas lembranças.

Hoje ao enriquecer meu ego,
descobri os verdadeiros sentidos do amor
e dos sentimentos me abstive.
Numa única lembrança do amor...
que se foi, se foi – e voltará.


Nome: Rubenio Marcelo
Título: BRILHO PERDIDO


Ah, como tudo passou sem querer...
E foi quase sem a gente perceber.
Você nem teve tempo pra me amar
e eu nem tive tempo pra ficar...

E assim, sem se notar,
tudo foi esvaindo-se pelo ar...
E as coisas que tínhamos pra falar
ficaram entravadas no meu ser,
ficaram ocultadas em você...

Mas não tem nada não,
perdoe o meu coração
(ele não soube lhe entender);
e eu perdôo o seu coração
(ele não soube me querer).

Isso, às vezes, acontece
e logo tudo se esquece...
Logo, tudo vai findar,
e o que tínhamos pra falar,
sei que nem iremos mais lembrar...

Por isso, não vamos procurar
motivos para explicar
tudo que, enfim, aconteceu...

Pois isso é muito natural;
e a todo instante
há um caso igual;
tal qual
Você e Eu!


® RUBENIO MARCELO

Nome: Alzira Souza (mendi®)
Título: Devaneio

Devaneio



Perdida entre sonhos
Lembrando tempo vivido
Da chama ardente da paixão
De um amor que não morreu
Apenas ficou adormecido.

Nossas almas se cruzavam
Nossos corpos entrelaçados
Levando ao êxtase sem pudor
Como serpentes enroscadas
Nossos corpos banhado em suor.

Entre fracos gemidos delirantes
Visíveis corpos em nudez
Um ímpeto crescente em mim
Respiração cada vez mais ofegante
Sentindo rebento gozo chegar ao fim

Não houve trocas de palavras
Nem vulneráveis promessas
No peito ficou a mudez
Os amantes tinham pressa
E no prelúdio desse sonho
No adjudicar pela ultima vez.

Mendi®
http://cantinhodamendi.zip.net/

Nome: Lucia
Título: ECONOMIA SOLIDÁRIA





Ontem, hoje e amanhã,
Bons momentos vamos ter
Com grupos formados para discutir,
Um novo jeito de economia fazer.

Com o coração cheio de amor e esperança,
Aos poucos vamos debater e formar,
Empreendimentos de Economia Solidária:
Uma nova forma de trabalhar.

Com confiança no que queremos,
Vamos batalhar e ir em busca,
Cuidando para que o nosso trabalho,
Não transforme em disputa.

Disputa de liderança e poder,
Devemos tomar cuidado e pensar,
Num País de trabalho e justiça,
Este é o Brasil que vamos transformar.



Lucia

Poesia de Varal
IV Plenária do Fórum Goiano de Economia Solidária
Goiânia, de 25 a 27 de janeiro de 2008.

Nome: Pedro Cunha
Título: Para Fátima Paraguassú

Convite para escrever no DC

Assunto: Convite para escrever no DCNome: Pedro CunhaE-mail: administrador@dominiocultural.comMensagem:Cara escritora, nossos operadores leram alguns de seus textos e fizeram sua indicação como colunista. Contudo, venho por meio desta mensagem, convidar a sra. para escrever em nosso site www.dominiocultural.com Aguardamos o seu cadastro. Pedro Cunhawww.dominiocultural.com

Nome: Fátima Paraguassú
Título: Meio ambiente


Frase Premiada" Semana do Meio Ambiente"

Na sombra de suas asas a ave cobriu a flor.
As folhas olhavam atentas!

Nome: Edson Pinto Rodrigues
Título: AS VESTES DA ALMA

Neste final de ano, vamos tomar um banho de luz, tirar as vestes da maldade, da falsidade, da inveja, da mentira, da arrogância, da ingratidão. Queima-las e joga-las no abismo as cinzas para que desapareçam no ar. Usar roupas novas da harmonia, do perdão, da fraternidade e do amor. Vamos dar de presente, a sabedoria e ganhar do Criador a Paz, a Saúde e a Felicidade, aí vamos ser ricos para repartir tudo isto, aos familiares, amigos e toda a humanidade, porquê nunca vai nos faltar.

OBRIGADO JESUS.

FELIZ ANO NOVO.

Edson, Dezembro, 2007.

Nome: andriely
Título: O amor

O amor é como o vento
da mesma forma
que apaga as velas
atiça as fogueiras.
A distancia só aumentam as pequenas paixoes da mesma forma que diminuem as grandes .
LEONARDO EU TE AMO!

Nome: CONCURSO INTERNACIONAL
Título: PARTICIPE E DIVULGUE


CONCURSO INTERNACIONAL DE POESIAS

www.abpeis.org

Nome: Maria Loussa
Título: TREM DA POESIA

TREM DA POESIA

No trem da poesia tenho um lugar
Viajo seguro sem preocupar
No vagão de prosas
Vou prosear e narrar.
Mal começamos a viagem
Pediram-me revisão de passagem
Eu disse: Não tenho
Estou poetando e sigo encantada
Com a beleza dessa estrada.

Sou beleza
Sou romance
Estou versejando
Aproveitando a minha chance.

Com licença,
Aqui vou descer
Meu amor me espera
Não o posso perder.

Em outro trem seguimos viagem
Muitas estações, lugares lindos
Afinal, para onde estamos indo?
Essa viagem é de rara beleza
E sempre incentiva
Através da janela da locomotiva
Vamos contemplando a natureza.

Raramente o poeta
Desse transporte quer descer
Pois à medida que viaja
Em cada estação vê-se crescendo
E os versos florescendo.

Maria Loussa


Nome: MINISTÉRIO DA CULTURA
Título: Seminário de lançamento do


Seminário de lançamento do
OS DIREITOS AUTORAIS NO SÉCULO XXI
As Mudanças Necessárias
Promoção: CGDA/ SPC - COORDENAÇÃO-GERAL DE DIREITO AUTORAL
FUNARTE - FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES
Dia 05 de dezembro de 2007
Auditório Gilberto Freyre. Palácio Gustavo Capanema
Rua da Imprensa, 16 – Centro – Rio de Janeiro
Fones: (21) 2279-8591/ 2279-8029
Solenidade de abertura: 09:30 horas.
Abertura do evento com a presença do: Exmo. Sr. Gilberto Passos Gil Moreira, Ministro de
Estado da Cultura; Exmo Sr. João Luiz Silva Ferreira, Secretário Executivo do Ministério da
Cultura; Sr. Celso Frateschi, Presidente da FUNARTE; e Deputado Federal Fernando Gabeira,
da Comissão de Educação e Cultura da Câmara.
Mesa 01: das 10:20 às 12:00 horas.
DIREITOS AUTORAIS E ACESSO À CULTURA
Em busca do equilíbrio
As novas tecnologias digitais trouxeram imensas possibilidades para uma ampla divulgação
das obras artísticas e literárias. No entanto, criaram enormes dificuldades para controlar os
seus usos, que muitas vezes se dão em prejuízo dos interesses dos criadores. Por outro lado, o
uso de medidas tecnológicas de proteção anti-cópia dificultam, ou até mesmo impedem, o
exercício dos direitos culturais pelos cidadãos. Os autores e artistas têm que ser
recompensados pela utilização de suas criações, produtores devem ter seus investimentos
resguardados em termos razoáveis, mas a sociedade deve ter acesso aos bens culturais de uma
forma justa. Como alcançar esse equilíbrio?
Palestrantes: Denis Barbosa (IBPI, UCAM, FGV, UERJ), Guilherme Carboni (Advogado),
Bruno Lewicki (Advogado).
Mediador: Sr. Secretário de Políticas Culturais do MinC, Alfredo Manevy.
Mesa 02: das 14:00 às 15:40 horas.
A LEI DE DIREITO AUTORAL PROTEGE, DE FATO, O AUTOR?
Entre a cessão e o licenciamento dos direitos
A Constituição Federal assegura aos autores e artistas direitos exclusivos sobre as suas
criações. No entanto, para que suas obras sejam veiculadas em larga escala, os autores são
compelidos a ceder seus direitos por meio de contratos cujos termos são danosos a seus
próprios interesses. É importante que existam regras claras que dêem segurança jurídica para
estimular os produtores a investir na difusão de bens culturais. Mas as atuais práticas
contratuais são muitas vezes lesivas aos autores. Como modificar essa situação? O que fazer
para que os autores e artistas preservem o controle sobre o destino das suas criações?
Palestrantes: Daniel Campello Queiroz (Advogado), Nehemias Gueiros Jr.(Advogado), Ivana
Crivelli (ASPI).
Mediador: Sr. Presidente da FUNARTE, Celso Frateschi.
Mesa 03: das 16:00 às 17:40 horas.
GESTÃO COLETIVA DE DIREITOS AUTORAIS
Quem ganha, quem perde e qual o papel do Estado
A gestão coletiva de direitos autorais de execução pública é uma conquista e uma necessidade
para os autores. Ainda assim, são muitas as insatisfações com a forma de funcionamento desse
sistema, particularmente no segmento da música. Na área teatral, a mais antiga e tradicional
entidade está praticamente falida. Em outras áreas – que envolvem direitos fonomecânicos,
reprográficos, de cópia privada e de obras audiovisuais – não há uma clara previsão legal ou
a gestão coletiva está precariamente organizada. Além disso, o Brasil é um dos raríssimos
países do mundo onde não existe qualquer supervisão estatal na gestão coletiva. Como o
Estado pode atuar para regular essa atividade?
Palestrantes: Vanisa Santiago (SGAE), Icaro Martins (APACI), Cesar Costa Filho (ADDAF).
Mediador: Sr. Coordenador Geral de Direito Autoral do MinC, Marcos Souza.
Encerramento: 17:45 horas

Nome: Edson Pintor
Título: PIRACEMA

Em direção a nascente onde tudo começou,
Dourados, piaus, piraputangas, pintados...todas as espécies precizam retornar, enfrentar as correntezas, pedras, galhos e os predadores da pior espécie: Os homens. não respeitando o ciclo reprodutivo que existe desde o começo do mundo. Nem todos chegarão, nem todos retornarão, tiveram seu tempo de vida, sobreviveram e agora retornam aos lagos onde nasceram e viveram uma infância feliz. todos os anos há um recomeço um retorno as orígens, as fêmeas já estão preparadas, com os seu ovários cheios. Estão quase chegando, sabem onde nasceram, uma força misteriosa os guiaram até lá, estão em casa, vão começar a desova, daquí alguns dias milhares de alevinos povoarão as águas, quando chegar o tempo certo começarão a retornar lentamente rio abaixo. em alguns mêses serão adultos. Até chegar o momento de acasalar e começar tudo de novo.

Nome: ainda existem bons poetas!
Título: Senhor, tende piedade de nós!

Pelo projeto político do deputado Clodovil
Pelo "espetáculo do crescimento" que até hoje ninguém viu
Pelas explicações sucintas do ministro Gilberto Gil
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo jeitinho brejeiro da nossa juíza
Pelo perigo constante quando Lula improvisa
Pelas toneladas de botox da Dona Marisa
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo Marcos Valério e o Banco Rural
Pela casa de praia do Sérgio Cabral
Pelo dia em que Lula usará o plural
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo nosso Delúbio e Valdomiro Diniz
Pelo "nunca antes nesse país"
Pelo povo brasileiro que acabou pedindo bis
Senhor, tende piedade de nós!

Pela Cicarelli na praia namorando sem vergonha
Pela Dilma Rousseff sempre tão risonha
Pelo Gabeira que jurou que não fuma mais maconha
Senhor, tende piedade de nós!

Pela importante missão do astronauta brasileiro
Pelos tempos que Lorenzetti era só marca de chuveiro
Pelo Freud que "não explica" a origem do dinheiro
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo casal Garotinho e sua cria
Pelos pijamas de seda do "nosso guia"
Pela desculpa de que "o presidente não sabia"
Senhor, tende piedade de nós!

Pela jogada milionária do Lulinha com a Telemar
Pelo espírito pacato e conciliador do Itamar
Pelo dia em que finalmente Dona Marisa vai falar
Senhor, tende piedade de nós!

Pela "queima do arquivo" Celso Daniel
Pela compra do dossiê no quarto de hotel
Pelos "hermanos compañeros" Evo, Chaves e Fidel
Senhor, tende piedade de nós!

Pelas opiniões do prefeito César Maia
Pela turma de Ribeirão que caía na gandaia
Pela primeira dama catando conchinha na praia
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo escândalo na compra de ambulâncias da Planam
Pelos aplausos "roubados" do Kofi Annan
Pelo lindo amor do "sapo barbudo" por sua "rã"
Senhor, tende piedade de nós!

Pela Heloisa Helena nua em pêlo
Pela Jandira Feghali e seu cabelo
Pelo charme irresistível do Aldo Rebelo
Senhor, tende piedade de nós!

Pela greve de fome que engordou o Garotinho
Pela Denise Frossard de colar e terninho
Pelas aulas de subtração do professor Luizinho
Senhor, tende piedade de nós!

Pela volta triunfal do "caçador de marajás"
Pelo Duda Mendonça e os paraísos fiscais
Pelo Galvão Bueno que ninguém agüenta mais
Senhor, tende piedade de nós!

Pela eterna farra dos nossos banqueiros
Pela quebra do sigilo do pobre caseiro
Pelo Jader Barbalho que virou "conselheiro"
Senhor, tende piedade de nós!

Pela máfia dos "vampiros" e "sanguessugas"
Pelas malas de dinheiro do Suassuna
Pelo Lula na praia com sua sunga
Senhor, tende piedade de nós!

Pelos "meninos aloprados" envolvidos na lambança
Pelo plenário do Congresso que virou pista de dança
Pelo compadre Okamotto que empresta sem cobrança
Senhor, tende piedade de nós!

Pela família Maluf e suas contas secretas
Pelo dólar na cueca e pela máfia da Loteca
Pela mãe do presidente que nasceu analfabeta
Senhor, tende piedade de nós!

Pela invejável "cultura" da Adriana Galisteu
Pelo "picolé de xuxu" que esquentou e derreteu
Pela infinita bondade do comandante Zé Dirceu
Senhor, tende piedade de nós!

Pela eterna desculpa da "herança maldita"
Pelo "chefe" abusar da birita
Pelo novo penteado da companheira Benedita
Senhor, tende piedade de nós!

Pela refinaria brasileira que hoje é boliviana
Pelo "compañero" Evo Morales que nos deu uma banana
Pela mulher do presidente que virou italiana
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo MST e pela volta da Sudene
Pelo filho do prefeito e pelo neto do ACM
Pelo político brasileiro que coloca a mão na "m"
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo Ali Babá e sua quadrilha
Pelo Gushiken e sua cartilha
Pelo Zé Sarney e sua filha
Senhor, tende piedade de nós!

Pelas balas perdidas na Linha Amarela
Pela conta bancária do bispo Crivella
Pela cafetina de Brasília e sua clientela
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo crescimento do PIB igual do Haití
Pelo Doutor Enéas e pela senhorita Suely
Pela décima plástica da Marta Suplicy
Senhor, tende piedade de nós!

Para que possamos ter muita paciência
Para que o povo perca a inocência
E proteste contra essa indecência
Senhor, dai-nos a paz!


Nome: Francisco Amorim
Título: Lembranças

LEMBRANÇAS



Apagam se as luzes é noite!
O céu se cobre de estrelas
Num canto distante uma cadente
Anunciando que novo dia nascerá.

Rolo na cama é tarde.
Vejo ao longe sinais do alvorecer
Lembranças de um grande amor surgem, de repente!
Volto na ilusão do profundo sono.

Sinais do tempo passado voltam!
Em minha mente turbilhão sentimentos,
carinho distante num tempo que se foi.
De amor e juras que fizemos.

De súbito caio na realidade,
estou só com meus pensamentos,
sentimentos afloram em meu peito cansado
no céu as estrelas começam a desaparecer.

Já é dia, e o sonho acabou.
Mas a lembrança insistirá,
Insana na minha mente vazia,
O amor é pra sempre, por isso sigo!


Francisco Amorim
Recanto das Letras
Texto: T709991

Nome: UM POETA
Título: Solidão



"A solidão é fera
a solidão devora
é amiga das horas prima irmã do tempo
e faz nossos relógios caminharem lentos
causando um descompasso no meu coração
A solidão" Alceu Valença

Nosso dilema básico existencial contemporaneo: "estar no meio de muitas pessoas, mas sentir-se sozinho. A solidão misturasse com a incompreensão, o isolamento, a
dor, e a revolta.
A auto estima nestas horas fraqueja. O que dói é o vazio de sentido de vida, quando se percebe uma nulidade de uma afetividade genuína. Neste mundo maníaco em que
a euforia tornou se o ápice do "status quo" em que se renega olhar para dentro. Solidão e isolamento misturam se nestes universos em uma encruzilhada diabólica.

Nome: Maria Loussa
Título: SER POETA

Dia 20/Outubro - DIA DO POETA!

SER POETA

Ser poeta...
É escrever com sentimento. É loucura,
ser real, sonhador,
sentir e praticar a literatura.
É expressar com liberdade o que tem a dizer
em defesa da vida, do amor, sem a razão perder.

Ser poeta...
É ser guerreiro, e como tal,
não desistir do intento,
mas lutar por seu ideal.
Ele é um tradutor de sentimentos,
um eterno insatisfeito, pois
quanto mais escreve mais encontra conhecimento.
O poeta é um louco,
Vive no seu mundo bem particular
O que pensam dele não importa nem um pouco.

Ser poeta...
É reconhecer os valores humanos,
Do nada tira inspiração
derramando sonhos presos no coração.
O poeta é em qualquer espaço,
um ser livre e vai muito além
sempre em benefício de alguém.

Ser poeta...
É estar embriagado pelo encanto de sua arte,
escreve e afaga a alma em transe
do mundo de que faz parte.
O poeta aonde vai leva a palavra
como chuva, produzindo flores
e criando clima para os desamores.

Ser poeta...
É como mágico, transforma a dor em saúde.
o amor em poesia e
nos faz vibrar de alegria!
O poeta deixa de ser desconhecido
quando despe a palavra em pranto
tirando da alma a tristeza e o gemido.
Poeta, todos os dias são seus
desabafando a alma perfumada
é uma lei que vem de Deus.

Maria Loussa
www.loussa.prosaeverso.net



Nome: JORGE GIL
Título: C O M E R (Poetrix)

Não vivo para comer
Como apenas o necessário.
Eu como para viver.

Nome: JORGE GIL
Título: LEMBRANÇAS BOÊMIAS * (Prosa)

O seu poema trouxe à tona, lembranças que, apesar do tempo, ainda estão gravadas na minha memória.

Piano, bar, violão, música, fumaça de tabaco no ar... Deusas da noite cheias de sedução e encantos, e eu, sozinho no meu canto, tímido tentando sóbrio ficar...

Noite repletas de ilusões, sonhos, magia, algumas conquistas, bebedeiras e fantasias.

Música, cores, glamur, tristeza e poesia no ambiente boêmio, e até mesmo, alguns momentos de glória que ficaram guardados para sempre na minha complicada história.

Na penumbra fria dessa boemia, pela madrugada eu cantava triste, todo o desamor que existe, nessa boemia com cheiro de flor.

No meu desencanto cantei, muitos cantos, falei da alegria, e também da dor. No amanhecer voltava para casa, coração partido pela decepção que a noite me causou.

Boemia é tristeza que vive no peito, um amor que desfeito, minha alegria levou.

* Comentário para o poema NOSTALGIA, de autoria do poeta ErdoBastos, publicado no Recanto das Letras em 11/10/2007.

Nome: Gláucia Ribeiro
Título: Deus Pode Resolver!


Meu pensamento vai para aqueles que começaram a semana com um grande problema para resolver: nada é tão grave que Deus não possa solucionar. Peça a Ele (com fé, carinho e lágrimas nos olhos) para remover as montanhas, os obstáculos, os entraves, as dificuldades e as tristezas que estão no seu caminho. Peça, peça, peça... bata, bata, bata, e a porta poderá se abrir. Tente! Tente! Deus é o poder. A Ele toda a glória!

Gláucia Ribeiro (08.10.2007)
Publicado no Recanto das Letras em 08/10/2007
Código do texto: T685493

Nome: JORGE GIL
Título: P A L A V R A S *

As palavras têm força,
podem erguer ou derrubar.
É melhor ficar atento
para problemas evitar...

Devemos ser otimistas
e aos outros incentivar.
Deus é a luz da esperança
precisamos Nele acreditar.

A fé sempre nos ajuda,
os caminhos da vida trilhar.
Deus é grande, o homem forte,
precisamos este solo lavrar...

Plantando boas sementes**
prá causar transformação...
Deus é pai Nele acredite,
abra logo o seu coração.

NB ** Plantar sempre boas palavras (sementes).

* Inspirado no poema do mesmo nome, de autoria da grande poetisa brasileira Cecília Meireles, que se encontra publicado, em parte, na página do meu perfil no Recanto das Letras.

Nome: JORGE GIL
Título: O SONHO ACABOU

Nas asas do vento,
Viajei na esperança.
Por um breve momento
Encontrei mil lembranças.

Na linha do horizonte,
Paisagens lindas eu vi.
Bebi água na fonte,
Minha viagem segui.

Neste mundo real,
Novamente eu estou.
Nada mais natural,
O meu sonho acabou.

Ficou só o poema
Que a memória guardou.
Bobagens de um poeta
Que do sonho acordou.

Publicado no Recanto das Letras em 10/10/2007. Código do texto: T688089.

Nome: JOSE MAURO CANDIDO MENDES
Título: MANHAS

M A N H Ã S


Autor: José Mauro Cândido Mendes


Ainda orvalhado pelo sereno da noite

caminho pela relva fria

Ouço o burburinho das águas

correndo pelas geladas pedras

Gado ruminando a pastagem fresca

Sol raiando por detrás do morro

Pássaros ensaiando os primeiros cânticos

Cavalo relinchando na campina verde

O ar transbordando em aroma

A natureza!

Suprema corte! Me acolhe em refúgio.

Fazenda taça de pedra
Caiapônia julho/04


jose mauro candido mendes
Publicado no Recanto das Letras em 08/02/2007
Código do texto: T373603
Indique para amigos
Denuncie abusos





Nome: Francisco Amorim
Título: De repente

De repente...



De repente viajo no mundo,
viajo no instante, caminhante!
Ando sem sentido,
sem rumo.

De repente falta animo,
falta coragem, na bagagem!
Surge um bloqueio, num meio.
Sem preparo um devaneio.

Invólucro sentimento de dor
de temor, de louvor.
Despenca às vezes numa solidão
de sonhos, vividos!

Começo na imaginação da vida
ida, sofrida, sentida, perdida!
Flui em mim a vontade de viver
inda que difícil, árdua, mais vive!

Tropeço, mais não cai.
Fico triste, mais um sorriso surge.
Penso longe, mesmo que não alcance,
junto de tudo este motivo, “Viver”.

Go., 07/10/2007

Nome: Fátima Paraguassú
Título: Caminhando...

Há momentos
que uma bagunça enorme
toma conta de minha vida

Uma indiferença
uma frieza
uma incerteza
um não sei mais o que

E de repente
não mais importa
se sou feia ou bonita
se sou rica
se sou pobre
nada implica

Minha estória
segue seu rumo
estou caminhando
estou chegando
ao tão temido fim...


Nome: Edson pintor
Título: CORES DA NATUREZA

Veja os verdes da mata,
Os azuis do rio, os azuis do céu
Os laranjas e os amarelos do por do sol
E a explosão de cores da alvorada.

Nome: Maria Loussaa
Título: O IDOSO

O Idoso

Parabéns!
Você alcançou vida longa
Alegremente vivendo
Não só ensinando, mas também aprendendo
Cada dia com esperança de forma animada
Como se fosse o primeiro
De uma grande jornada.

O Brasil sempre teve mais crianças, mais jovens
Em suas estatísticas
Hoje está diferente nossa realidade
Quem mais cresce é a Terceira Idade.
Ela segue com alegria como adolescente
Pois às vezes esquece que a velhice
Não deixa de estar presente.

Tem-se uma conquista
O Estatuto que veio ensinar
A maneira corretar de se cuidar
Dos nossos velhinhos com carinho
Cujas vidas estão ainda cheias
De amor, sonhos e vontade de viver
E muitas coisas ainda têm para oferecer.

Muitos jovens querem ser velhos
A prova está nos meios de transportes
Eles fingem dormir a ceder um lugar
Para um idoso poder se assentar.
Hoje você age assim, amanhã verá que isso é ruim
É inevitável a colheita dessa semeadura
O verdadeiro retrato de sua postura.

A evolução da ciência tem proporcionado qualidade de vida
Apesar dos preconceitos e desvalorização
O idoso tem conseguido viver de forma destemida.
Com o aumento da Terceira Idade
É preciso que a política social
Prepare a sociedade para conseqüentes mudanças
Oferecendo inclusive bem estar e segurança.

Maria Loussa


Nome: Edson pintor
Título: ASA

VÔO NA DIREÇÃO DO HORIZONTE, ILUMINADO PELOS RAIOS DE SOL, CORES MUDA A CADA SEGUNDO, MUDA, NÃO FALA, SÓ SILÊNCIO, NÃO É SONHO, TENHO ASA, OU DUAS PARA O MEU EQUILÍBRIO. AGORA JÁ ESTOU POUSANDO JUNTO COM OS PÁSSAROS PARA O MERECIDO REPOUSO NOTURNO.

Nome: Francisco Amorim
Título: Declaraçao

Um mito
Um ser
Um Sábio
Um homem

Seu ser é meu ser
Deixe que eu ti viole
Deixe que eu ti possua
Deixe o meu espírito no seu

Quero cativar-te
Quero amar-te
Quero possuir-te
Quero te querer

Ame-me como te amo
Como te quero
Como sou teu
Como ainda hei de te amar

Nome: Edson pintor
Título: O BANHO DO BEIJA FLOR

Chuva fina da tarde,
movimentos rápidos
Voando para cima,
para baixo,
para esquerda,
para direita,
para frente,
para traz...

Pequeno pássaro azul escuro.
A chuva não para,
O pássaro não para,
o pássaro sumiu,
a chuva parou,
a saudade passou,
o pássaro voltou,
Não tem mais chuva...
mas continua os movimentos
em todas as direções.
A noite chegou,
o pássaro voou.
Amanhã ele voltará.


Edson, 09/04/06. domingo. 19:00 horas

Nome: Edson pintor
Título: O BANHO DO BEIJA FLOR

Chuva fina da tarde,
movimentos rápidos
Voando para cima,
para baixo,
para esquerda,
para direita,
para frente,
para traz...

Pequeno pássaro azul escuro.
A chuva não para,
O pássaro não para,
o pássaro sumiu,
a chuva parou,
a saudade passou,
o pássaro voltou,
Não tem mais chuva...
mas continua os movimentos
em todas as direções.
A noite chegou,
o pássaro voou.
Amanhã ele voltará.


Edson, 09/04/06. domingo. 19:00 horas

Nome: Maria Loussa
Título: A MULHER ENCURVADA

A Mulher Encurvada

Dezoito anos de sofrimento
Foi a experiência daquela mulher
Um dia resolve
Aproximar-se da sinagoga
Embora não pudesse
Era a cultura em voga
Mas um raio de esperança
Pairava em sua lembrança
Jesus já operara tantos outros milagres
Não era muito sonhar então
Pois queria sua restauração.

De repente antes que ela pedisse
Alguém aproxima e disse:
“Mulher, estás livre da tua enfermidade”
E não demorou
Ao impor Jesus as mãos
Ela se endireitou
Glorificando a Deus.

A cura da mulher causou polêmica
Os fariseus ficaram indignados
Por ser um dia de sábado
Estavam presos às formalidades
E cegos às necessidades
Estes e outros milagres
Jesus operava por amor e compaixão
Isoladamente e em meio a multidão.

Antes, sempre de cabeça baixa
Vejo agora aquela mulher
De costas esticadas, postura normal
Desenvolvendo suas atividades
Com muito dinamismo
Sendo útil à família
Bem como à sociedade
Testemunhando do que recebera
Com gratidão em seu coração.


Nome: Fátima Paraguassú
Título: Flávio Almeida Patrocínio

Estive em seu site e recomento a todos que faça o mesmo. É fantástico!

Nome: Flávio Almeida Patrocínio
Título: VIDEO BRINCADEIRAS DE CRIANÇA

Gostaria de sugerir a todos os leitores deste precioso espaço (especialmente aos professores municipais, estaduais e demais escolas) que acessem o endereço abaixo e assistam, no YouTube, videoclipe com uma canção minha, intitulada "BRINCADEIRAS DE CRIANÇA". Às vezes é bom entrar na máquina do tempo. Só posso lhes desejar boa viagem... Espero que gostem. Fraterno abraço, com meu desejo de saúde e paz. Acessem:

http://br.youtube.com/watch?v=WS2DlLLm8wQ

BRINCADEIRAS DE CRIANÇA
(Letra e música: Flávio Almeida Patrocínio)

Tem sempre uma criança
brincando dentro da gente.
Sua lembrança aliança
entre passado e presente.

Par ou ímpar, estátua, totó,
pipa, aviãozinho de papel.
Corrida de saco, dominó,
amarelinha e passa-anel.

Adivinhas, jogo de botão,
cabra-cega e queimada.
Palitinhos, dama, pião,
morto-vivo e charada.

REFRÃO
Quem um dia não brincou
não sabe o que perdeu.
Pela infância da vida passou,
só passou mas não viveu.

Danças, cantigas, patinete,
boca de forno, bilboquê.
Caça-palavras, detetive e bete,
barra-manteiga, bambolê.

Peteleco, mímica, carrinho
e chicotinho-queimado.
Bolinha de gude, corda, trenzinho,
rolimã e marcha-soldado.

REFRÃO

Quebra-cabeça, parlendas, peteca,
pelada de rua, escolinha.
Trava-língua, memória, boneca,
ioiô, salva-latinha.

Caça-tesouro, forca, casinha,
gol a gol, fincas no rio.
Caiu no poço, cozinhadinha
e telefone sem fio.

REFRÃO

Faz-de-conta, polícia e ladrão,
perna-de-pau, rei e rainha.
Médico, visita, assombração,
prenda e ciranda-cirandinha.

Estilingue, dado, sô lobo,
pique de pegar e de esconder,
vaca-amarela, enganou o bobo...
Por que é que eu fui crescer?
Por que é que eu fui crescer?
Por que é que eu fui crescer?
Por que é que eu fui crescer?

Viva seu lado criança,
a pura felicidade,
enche a vida de esperança
e o coração de saudade.

Tem sempre uma criança
brincando dentro da gente,
brincando dentro da gente...

MEU SITE: www.rompenuvem.com

Nome: JOSE MAURO CANDIDO MENDES
Título: MUNDO NATUREZA

A R A G U A I A
“A Divina graça que ilumina o Teu caminho seja alimento

do teu desejo honesto e Te conceda quanto necessário
para atingires o Paraíso”
Dante Alighieri

Araguaia dos encantos e encontros
onde deslizam chalanas, batelões
num turbilhão de águas turvas
camuflando redemoinhos.
Sob suas águas pirarucus
pirararas
piranhas
e infinitas espécies
Há muito alimenta silvícolas
no passado saciou anhangüera
Hoje depredado pelo homem
Araguaia dos encantos e encontros
a ti reverenciamos
toda tua beleza encantadora
Suas águas beijam as praias
incansavelmente
Araguaia dos encantos e encontros
que o pantanal a ti agradece
Santuário ecológico
padece e reclama sua depredação
Homens insensatos e insaciáveis
sugam com ganância
suas matas ribeirinhas
Não transformem a natureza divina
em uma divina comédia para goianos e
matogrossenses!



Autor José Mauro Cândido Mendes

Nome: Fátima Paraguassú
Título: Todos

Amanhã por volta de dez horas da manhã, estarei em Rio do Peixe entregando a ARCA DE LIVROS e capacitando Rita Amorim como Agente de leitura

Nome: Francisco Amorim
Título: Saudade

Uma simples homenagem a esta querida terra de Santa Cruz pela passagem de seu aniversário. Estarei por aí.


Saudade

Vae, ó minh’alma, vae saudosa e triste.
Ao céu das ilusões e mocidades,
E pede a doce imagem de meus sonhos,
Uma ilusão de amor e felicidade.

Deixe que a brisa passe murmurando
Os tristes funéreos do coração...
Sonha minh’alma, sonha inda um instante.
Que importa à vida a cerração!

Se os dias do presente são nublados,
Risonha foi à quadra que fundou;
Sonha minh’alma, os sonhos passados,
Que o futuro dos sonhos terminou!

Recolhem, lacrimosa, os teus suspiros.
Defeitos por ingrato vendaval:
E alem reúne, em síntese de vida,
As esperanças murchas do ideal.

Vae, o minh’alma, vae saudosa e triste
Ao formoso ver gel da felicidade,
Beija contrita a flor de teus marinhos
Perdida entre os espinhos da oportunidade.

Que este mundo é painel só de tristezas
Quando a vida fallaz vae se escondendo:
Viver é relembrar dias extintos...
E afinal nossas magoas ir cantando

Parabens!!!!!


Nome: Francisco Amorim
Título: "Chega"

Você chega, sorrateira e eloqüente
Você vem com sorriso e encantos mil
Você é luz, clima e ação
Você me seduz.

Como você é não sei
Sei que você vem
Eloqüente e sorrateira
Como brisa, ou, como orvalho.

Mas sei que você vem.
Vem, vem e some como nuvem
Nuvem sem perda, assim vem
Assim é você, minha pobre.

Pobre que queres
com frutos no espinho
com flor de carinho
Sem cor no universo

Assim você é!!!!

Nome: FÁTIMA PARAGUASSÚ
Título: VOU TANGINO

Uma poesia em homenagem à Santa Cruz e baseada em seu vocabulário


REBITEI A TANGA DE SANTA CRUZ,
ERA SOL FRESCO...
PERGUNTARAM-ME: PRON’ CE VAI?
DIRETO E RETO, DEITEI O CABELO,
A CAPELA DO ZOE PESADA PELA TRISTEZA: CHOREI!
OS PÉS UMA PRECATA ORNANDO,
PARECENDO GALINHA DO PÉ QUEIMADO:
Ô VIDA!...EXCLAMEI!
ANDEI, ANDEI...
HOJE COM ALGUM REQUEIJÃO DE GARUPA NO ROSTO,
MUITA ALEGRIA, POUCO DESGOSTO...
DOU UMA CUBADA NO PASSADO...
TEMPO CUSTOSO! TEMPO SAGRADO!
SUBO A SERRA, VEZ EM QUANDO...
SANTA CRUZ MEU LAR ETERNO! CIDADE CHIQUE SEM TANTO!...
TOMO PIÃO NA UNHA COM O DESCASO DE UM OU OUTRO CONTERRÂNEO.
LOGO ME REFAÇO! ESQUEÇO O REGAÇO!
MINHA TERRA! MINHA MUSA!
NÃO PERTENÇO AO TIME QUE SÓ TE USA...
SEM QUEIXA, SUBO O BECO DA LÊXA...
ESPIO A PAISAGEM!
IMAGINO MINHA MORADA DEFINITIVA,
QUANDO VIRAR O PÉ PRO SERENO

Nome: Francisco Amorim
Título: Um Sorriso

Agora aprendi a sorri,
um sorriso feito de eras,
daqueles de escancarar a face,
sorriso franco e eterno.

Aprendi o preço de um bom sorriso,
sem maldade, sem falta, sem piedade
sorriso de olhos esbugalhados,
espreguiçados, mais bem avolumado.

Hoje num sorriso, conquistei um mundo,
num sorriso eu li o mundo,
decifrei este mundo no sentimento sorrido,
sorriso, largo, raso, profundo, amado...

Num sorriso amei o por sol, a lua, a agua, o amanhacer, na mais profunda existência
de saber o significado da vontade de sorrir.
Aprendi a sorrir... como aprendi!!!

Sorrindo! por mais vago que seja seu sorriso, sorria! Sorria! e Sorria!!

Nome: FÁTIMA PARAGUASSÚ
Título: CRIADOR X CRIATURA

Deus criou o mundo!
veio um animal sem escrúpulos:
detonou vales, serras,
rios, mares...

E disse Deus:
—Não foi para destruir, que alguém eu criei.

Um exterminador a minha criação?!
não era essa minha intenção!

Moldei uma figura e chamei de homem.
Tudo lhe dei:
uma mulher para companhia, o amor como guia,
a natureza como guarida...

dei-lhe a vida!

Agora nega a semelhança,
deletou minha imagem da tela,
cobriu de cinza toda aquarela.

O desamor circula pelo mundo.
Estrago profundo
na continuidade da civilização.

Querem tudo refazer ,esquecem que tudo foi criado
para em equilíbrio viver.

Uma nova era começou.

A vaidade impera,
a competitividade gera a mais cruel
e sangrenta batalha pelo
domínio da nossa mãe terra.

Disputa acirrada.
Alguma aposta?
Quem aponta o resultado?


Nome: MelanieSchmaltzBello
Título: ACM NO OUTRO MUNDO

Miguezim de Princesa (Codinome de um delegado da Polícia Civil do Distrito Federal).

I

Numa sessão em Angola,

O meu amigo Raimundo

Recebeu alma penada

Que num contar bem profundo

Narrou a fundo a chegada

De ACM no outro mundo

II

Todo vestido de branco,

Pois já tinha trocado o terno,

ACM se postou

Na entrada do inferno

Para onde foi direto

A mando do Pai Eterno.

III

Carregando água de cheiro,

Viu-se um cordão de baianas

Esperando o grande líder

Numa comitiva bacana

Com mais de 100 deputados

E um cão comendo bananas.

IV

Apareceu Lúcifer:

Com um chicote na mão

E a cara muito amarrada,

Foi logo dizendo, então,

Que entre o babalaô,

Hoje tem reunião.

V

Duma grande mesa de ferro

Já foram se aproximando.

Na cabeceira da mesa,

ACM foi sentando;

Lúcifer deu um pinote

E começou protestando:

VI

- Aqui, quem manda sou eu,

Eu sou o rei da folia!

Pra comer acarajé

Tem de pedir à minha tia.

Já falei pra Juraci

Que aqui não é a Bahia!

VII

ACM não falou

Durante a reunião,

Fingiu concordar com tudo

Que viu na resolução,

Disse: "Tou com Lúcifer,

Vou apertar sua mão".

VIII

Junto com seis senadores

Começou a passear,

A cumprimentar o povo

Que encontrou no lugar,

Nas esquinas do Inferno

Desandou a discursar.

IX

Lúcifer tava dormindo,

Acordou de supetão,

Pela brecha da janela

Viu muita aglomeração

E ao redor de ACM

Toda espécie de cão.

X

"O Inferno está sem graça";

"Queremos animação";

"Lúcifer é um moleza,

Não rouba nem tem ação"

- assim pediam nas faixas

Do diabo a deposição.

XI

Lúcifer inda propôs

Dois turnos de eleição,

ACM fincou pé

Que não aceitava, não,

Pois a vontade do povo

Pedia deposição.

XII

Lúcifer sai correndo,

Pulou um grande portão,

Encontrou do outro lado

Seu amigo Lampião.

Disse: "O homem tá com a gota,

Quer fazer revolução!"

XIII

- A hora é de resistir -

Exclamou Chico Pinguelo.

- Vamos botar pra feder -

Animou-se João Tranguelo.

- ACM hoje vai ver

Como se come farelo!

XIV

Aí, começou uma guerra

(Cacete de cão com cão):

A turma de ACM

Deitou abaixo o portão,

Tinha até uma quitandeira

Com uma vassoura na mão.

XV

No exército de ACM

Se viam até generais;

Lúcifer tinha cangaceiros

Que não acabavam mais

Pra defender o portão,

Reduto de Satanás.

XVI

O grande Lucas da Feira

Se agarrou com Pinochet,

Arrancou o seu bigode

Com uma agulha de crochê,

Deu uma facada em Videla,

Botou Médici pra correr.

XVII

O Cão-Coxo de um pinote

Uma tora de pau pegou,

Zuniu a tora no vento

Chega a direção mudou,

Meteu em Garrastazu,

A tora pegou no sul

Que o norte sentiu a dor.

XVIII

ACM quase morre

Na volta de Cão-Ligeiro,

Escapou manco de uma perna

Por dentro do marmeleiro,

Escoltado por uma diaba

Com um pau de bater tempero.

XIX

Corisco acertou um tiro

No general Golbery;

Castelo Branco, com medo,

Começou fazer xixi;

Lampião disse só falta

Do nosso lado Waldir.

XX

Apareceu Costa e Silva,

Sem saber por quem lutava;

Ernesto Geisel num canto

Com Figueiredo falava,

Enquanto o Cabeça Branca

Na capoeira escapava.

XXI

Se mandou em retirada,

Pegou o caminho do Céu,

Deu um esbregue em São Pedro,

Uma bicuda em São Miguel

E ainda pirraçou

O arcanjo Gabriel.

XXII

Na porta do paraíso

Quando ACM chegou,

Ofegante e agitado,

A santidade esnobou

E disse para São Pedro:

- Não falo com assessor

XXIII

Mandaram chamar Jesus

(Quem chamou foi São Tomé),

ACM se exaltou,

Fez o maior rapapé:

- Eu só falo é com o pai dele,

Daqui não arredo pé!

XXIV

Jesus Cristo então pediu

O parecer de Maria.

Ela pensou direitinho

Enquanto o Inferno ardia:

- Se o Inferno não agüenta,

Se aqui ele não entra,

Só voltando pra Bahia.

Nome: Flávio Almeida Patrocínio
Título: Libra

Leu o horóscopo do dia.
Para seu signo, a previsão:
“Hoje vais cair em tentação”.
Cortou volta da confeitaria.
Não resistiria a uma ambrosia
após o pingado e o pão.

Nome: (autor desconhecido
Título: Pais são espelhos para os filh

Pai... - Não me dês tudo o que te peço
Às vezes meus pedidos querem apenas ser um teste,
para ver o quanto posso pedir.
- Não grites comigo
Eu te respeito menos, quando o fazes
E me ensinas a gritar também, e eu não quero fazer isso.

- Não me dês ordens a todo momento
Se em vez de mandar, algumas vezes externasse teus desejos sob forma de pedidos, eu o faria mais rapidamente e com mais gosto.

- Cumpre as promessas que fazes, boas ou más

Se me prometes um prêmio, deve concedê-lo;
assim como um castigo.

- Não me compares a ninguém, especialmente com meus irmãos
Se me colocas acima deles, alguém vai sofrer
Se me colocas abaixo, eu é que sofro.

- Não mudes de opinião a cada momento sobre o que devo fazer
. Pensa antes, mantendo a decisão.
- Deixa que eu faça, acertando ou errando

Se fazes tudo por mim, serei um eterno dependente.

- Nunca pregues uma mentira,
nem me peças que eu o faça
Isso criará em mim um mal-estar e me fará perder a confiança em tudo o que afirmas.

- Quando te enganas em alguma coisa, admite-o francamente
Isso não te diminuirá a meus olhos,
pelo contrário,
te fará crescer e eu aprenderei a assumir minhas faltas.

- Quando te dás conta de um problema meu não digas que é bobagem que o tempo corrige ou que não tens tempo
Eu preciso ser compreendido e ajudado.

- Trata-me com a mesma amizade e a mesma cordialidade com que tratas teus amigos
Pelo fato de pertencermos à mesma família,
não significa que não possamos ser amigos também.

- Nunca me ordenes fazer uma coisa
Quando tu mesmo não a fazes
Eu aprendi a fazer sempre
e apenas aquilo que tu fazes
e não aquilo que tu dizes.

Eu te amo muito, pai!


Nome: Fátima Paraguassú
Título: Miscelânia de poetas

Fragmentos de poemas publicados neste espaço.


Peguei um pedacinho de cada poeta e escrevi um poema para homenageá-los.
Francisco Amorim, Edson dos santos, sinvaline Pinheiro, Maria Loussa, Edson Pintor, Fátima Paraguassú, Tânia Regina Voigt.



Miscelânea de poetas


De que adianta
afogar-me com teu beijo?
Quem é você?
É uma magia?
O tempo é agora... Cheiro exalando
O passado em áurea se vai,
vivo
solene,
porém o que fica são sonhos, sonhados.
Suave o aroma da noite
sedado pelo erotismo


Quem és tu que serás tão somente meu um dia?

Sorrir é viver a alegria
Cantar entoando uma canção, feliz
Olhar distante através de horizontes ternos
Falar com louros de sentimentos partilhados.

Quero contigo viver
muita loucura de amor.
Dar liberdade ao coração
e deixá-lo voar quando precisar...



“A vida é uma fração de segundos o resto é uma memória”



Nome: Francisco Amorim
Título: De que adianta!!!

De que adianta sorrir, se não tem alegria
De que adianta cantar, se não tem canção
De que adianta olhar, se não tem pra que
De que adianta falar, se não tem o que
De que adianta ir, se não tem pra onde
De que adianta pensar, se tudo é vazio
De que adianta amar, se não tem um amor
De que adianta a beleza, se não vê-la
De que adianta ser forte, se falta força
De que adianta a vida, se não vivê-la

Sorrir é viver a alegria
Cantar entoando uma canção, feliz
Olhar distante através de horizontes,ternos
Falar com louros de sentimentos partilhados
Ir ao encontro de algo que se foi
Pensar em momentos de paz interna
Amar, significado de expressão maior
Na beleza das auréas e do amanhecer
Forte ao encontro de um espaço que:
A vida serena, cheia e vivida, de amores e amores!

De que adianta!!! ....Tudo adianta!!!!




Nome: EDSON DOS SANTOS
Título: NUMA NOITE DE PRAZER





Edson e Flavinha, (NUMA NOITE DE PRAZER)










O meu desejo é te amar
Afogar-me com teu beijo
Na cama ou em qualquer lugar
Matar assim o meu desejo
(Edson)

É assim que eu te espero
Nas noites quentes de verão
Venha me afogar em beijos
E me matar de tesão.
(Flavinha)


O que sinto por você
É uma louca paixão
Venha me dar muito prazer
Estou morrendo de tesão
(Edson)

Pois estou ao seu dispor
Para saciar seus desejos
Venha com todo calor
Me encher com teus beijos
(Flavinha)

Quero sentir o teu calor
Incendiar-me por inteiro
Também sentir o teu sabor
Desse teu corpo eu quero o cheiro
(Edson)

Pois me deite na sua cama
E me diga que me ama
Terás meu sabor na tua boca
Venha me faça ficar louca
(Flavinha)

Quero contigo viver
Muita loucura de amor
Sentir o orgasmo do teu prazer
Numa noite de calor
(Edson)

Espero-te essa noite
Para carinho te fazer
Vou molhar todo teu corpo
Com o mel do meu prazer
(Flavinha)




Edson dos Santos & Flavinha

Nome: EDSON DOS SANTOS
Título: A ARANHA DA MINHA PRIMA







A minha prima gosta de criar insetos
Eu nem sei a graça que tem
Escorpião mosca e barata
Pernilongos e mosquitos também
Tem um casal de centopéia
Que fica andando dentro de casa
Uma vai pra lá e a outra vem pra cá
Agora ela arrumou uma aranha
E a danada é peluda pra danar
E ela a prende por entre as suas pernas
Depois me chama para acariciar
Eu já estou ficando acostumado
Em acariciar a aranha da minha prima
Eu já estou viciado em lhe passar a mão
Eu passo a mão e os seus pelos se arrepiam
Eu só tenho medo do escorpião
Ele se senta no sofá com as pernas abertas
Só para a sua aranha bem exposta ficar
Depois me chama toda dengosinha
Venha primo a minha aranha afagar
Eu fico alisando a aranha dela
Gosto de passar a mão na aranha dela
Quanto mais eu aliso, mais ela se arrepia
A aranha da minha prima tem os pelos macios
Mas eu morro de medo é do escorpião
Pois o danado tem um longo ferrão
Ela deita em sua cama e brinca com ele
E eu fico assustado só de olhar e ver
O que eu gosto é de alisar a sua aranha
E assim a gente se diverte pra valer

Nome: EDSON DOS SANTOS
Título: POESIAS PARA VOCÊ

http://www.edyedyson.recantodasletras.com.br


EU TE AMO!

Nome: EDSON DOS SANTOS
Título: JOGO DE DAMAS




JOGO DE DAMAS









Joelhos assim bem dobrados

O símbolo da liturgia

Gozo melado a flor da pele

O que se chama de orgia



Devora o seu consagrado

Estimula o doce prazer



Desvenda mistérios ocultos

Armazenados no coração

Mexe rebola e dança

Assim a noite se passa

Suavemente ela se levanta

Edson dos Santos
Publicado no Recanto das Letras em 19/07/2007
Código do texto: T571546

Nome: pastor Wilson
Título: verdades das escrituras


Mensagem: OU INFERNO. Aonde queres passar a eternidade? Pelos horrores descritos nas escrituras sagradas, com certeza todos optariam pelo céu. Se o Senhor abrisse os olhos da pior pessoa aqui na terra, e lhe mostrasse a penúria e o sofrimento e o terrível tormento eterno que existe no inferno, com certeza esta pessoa viria desesperadamente para os caminhos do senhor para se livrar do castigo dos pecados cometidos em vida. Veja a seguir o que vai levar muitos ao inferno. VICIOS. Cigarro, maconha, cocaína, crac,ou qualquer substancia química que causa alucinações . Ressalto que esta pratica são diabólicas. BEBEDICES. Cachaça, whisky, cerveja, e varias outras bebidas fortes, são impróprias pra quem deseja morar no céu, a bíblia diz: porque gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o vosso suor naquilo que não satisfaz? Vemos, portanto que muitos deixam sua esposa e seus filhos passando fome e ate se endividam por causa das bebedices. Sem contar que muitos acidentes são provocados por causa dos bêbados, concluo que esta pratica também é maligna. E qual seria da pior pessoa aqui na terra, e lhe mostrasse a penúria e o sofrimento e o terrível tormento eterno que existe no inferno, com certeza esta pessoa viria desesperadamente para os caminhos do senhor para se livrar do castigo dos pecados cometidos em vida. Veja a seguir o que vai levar muitos ao inferno. VICIOS. Cigarro, maconha, cocaína, crac,ou qualquer substancia química que causa alucinações . ressalto que estas praticas são diabólicas. BEBEDICES. Cachaça, uísque, cerveja, e varias outras bebidas fortes, é impróprias pra quem deseja morar no céu, a bíblia diz: porque gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o vosso suor naquilo que não satisfaz? Vemos portanto que muitos deixam sua esposa e seus filhos passando fome e ate se endividam por causa das bebedices. Sem contar que muitos acidentes são provocados por causa dos bêbados, concluo que esta pratica também é maligna. SEXO. Só existe uma maneira aonde o se

Nome: Sinvaline Pinheiro
Título: Quem é você

Quem é você
Vem de mansinho
Olhar cheio de promessas
Silêncio pausado de dor

Invade tudo
Altera o caminho
Mas segue sozinho
Deixando saudade

Quando vem
Me faz eterna
Mas se vai
Morro logo...

Quem é você
Que pode tudo
E não faz nada

Sinvaline, 2/8/07

Nome: Maria Loussa
Título: AMIGOS INTERNAUTAS



Não nos conhecemos pessoalmente
Não nos vemos
Emocionalmente sim
Sabem muito ou tudo de mim.
Não somos máquinas
Apesar de não nos tocarmos
Nossos corações estão cheio de emoções.

Nosso ambiente é a rede
Comunicação é trocada por fio
Que às vezes torna-se um desafio.
Cidadãos mundialmente conhecidos
A distância torna-se inimiga
Com ela vivemos em briga.

Há troca de energia
Por trás da máquina fria
Bate o coração
Um ser humano em frente a tela
Experimenta grandes emoções
Mensagem e mensagens chegam,
Iluminam nosso espírito.
É uma magia!
Enche nossa alma de alegria.


Entramos nos lares sem causar invasão,
Somos sempre alcançados
Quando alguém usa sua mão
Para usar o teclado.
Somos amigos, somos amados,
E até oferecemos, mesmo virtualmente
Nosso ombro para alguém chorar
E suas mágoas desabafar.

Muitas mensagens manifestam
De formas diferentes suas reações,
Uma conta uma vitória
Outra conta uma dor
Causada por dissabor,
E assim seguimos de emoção em emoção
Que nos levam à lágrimas
Banham nossa face
E lavam nossa alma
Uma compensação existe
Ao desligar a máquina, alguma coisa ficou
Corações aquecidos, carregados de paz
E bem estar que essa troca proporcionou...

Maria Loussa

Nome: Edson Pintor
Título: O tempo é agora

O TEMPO É AGORA

De começar, recomeçar, sorrir e chorar de alegria, cantar mesmo sem melodia, viajar para qualquer lugar, pescar e depois soltar, nadar e mergulhar, brincar com as crianças, ter sempre esperança, namorar, reconciliar, perdoar, pensar e meditar, na Paz acreditar, aprender e ensinar, de viver e amar.

Nome: Eliane Maria
Título: Amigo...dom de Deus



Meu amigo
Não me perguntes porque te escolhi
Entre tantas outras pessoas
Aparentemente tão mais próximas do que tu!...



Não me perguntes
Como nasceu tamanha sintonia interior
Tão grande afeição e carinho
Tanta ternura e dedicação



Não me perguntes
Como posso sentir a nossa amizade
De forma tão forte e profunda
Tão profunda que até a ti te confunde!...



Não me perguntes porque foste eleito uma das pessoas mais lindas
Da minha vida,
Alguém tão especial, tão querido, tão dentro!...



Não me perguntes
Como foi possível descobrir a pessoa que és
Tão rapidamente
E encontrar «alguém»
Que até para ti é desconhecido!...



Não me digas que exagero!...
Não me digas que não é bem assim!
Não me digas que não és a pessoa que eu «conheço» e amo!



Diz-me apenas
Que também és meu amigo,
Mesmo que não saibas viver esta amizade
Com a mesma intensidade!!...
Ok?...
Espero que gosteeeee

Adoroooooooooo vc Fatimaaaaa


Nome: Edson Pintor
Título: PESCAR É...

PESCAR É...

Sonhar, pensar, falar, preparar
sentir felicidade quando chegar
saudade quando voltar

Amar, respeitar, preservar, viajar.

Olhar o horizonte, as montanhas azuis,
o por do sol, o som da noite, o manto estrelado, o frio da madrugada, a explosão da alvorada, o canto dos pássaros, o barulho das corredeiras, a transparência da água, o movimento dos peixes, os rastros na praia,os verdes da mata.

Montar acampamento, o cheiro do churrasco, o sabor da cerveja.

Lançar o anzol, fisgar, emocionar, embarcar, medir pesar, concientizar, soltar...

Edson pintor pescador

Nome: Edson pintor e pescador amador
Título: A vóz de Deus

Quando chegar na beira de um rio, faça um minuto de silêncio e ouça a vóz de Deus no som da água e no canto dos pássaros.

Nome: FÁTIMA PARAGUASSÚ
Título: MUDANÇA DE RUMO

MÉDICO LEGISTA
ENCONTRA PISTA...

MENINA HORROROSA
CABEÇA QUEBRADA
FORMATO DE ROSA.

PEIXE NA TELHA
TELHA NA MESA
TOALHA DE RENDA
VELA ACESA.
FLORES AO MEIO
MOÇA SENTADA
AMOR À SUA FRENTE...
CHEIRO EXALANDO
MÚSICA TOCANDO
AMOR DECLARADO

TELEFONE INTERROMPE
JANTAR DE PAIXÃO...
CORRENDO EM VÃO
ATRÁS DO OCORRIDO:
_ "QUEM LIGOU?
SOCORRO PEDIU?"

ESTRADA INFERNAL
PENSAMENTO VAGANDO
GRITO...
CHOQUE FATAL

PEDAÇOS DE OSSOS
CORPO MUTILADO...

VIDA ESPALHADA
ASSUNTO ENCERRADO.




Nome: Francisco Amorim
Título: Cisma

Na noite que chega sedenta de amores,
perfume de flores eu sinto daqui,
no azul infinito, citilam estrêlas
quizeras trazê-las para junto de ti.

Assim, pois eu fico, cismado, cismado!
em ti só pensando, de longe daqui.
No azul infinito citilam estrêlas,
quizeras trazê-las e dá-las a ti.

Nome:
Título: *DEFICIÊNCIAS

'Deficiente' *é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as
imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter
consciência de que é dono do seu destino.
*'Louco'* é quem não procura ser feliz com o que possui.
*'Cego' *é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de
miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
*'Surdo'* é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o
apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer
garantir seus tostões no fim do mês.
*'Mudo'* é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás
da máscara da hipocrisia.
*'Paralítico'* é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de
sua ajuda.
*'Diabético'* é quem não consegue ser doce.
*'Anão'* é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das
deficiências é ser miserável, pois:
*'Miseráveis'* são todos que não conseguem falar com Deus.


'*A amizade é um amor que nunca morre.
Mario Quintana** (escritor gaúcho 30/07/1906 -05/05/1994*



Nome: Edson Pinto Rodrigues
Título: O tempo

A vida é uma fração de segundos o resto é uma memória.

Nome: Fátima Paraguassú
Título: Resumo do livro O GUARANI

O Guarani
(José de Alencar)




Na primeira metade do século XVII, Portugal ainda dependia politicamente da Espanha, fato que, se por um lado exasperava os sentimentos patrióticos de um frei Antão, por outro lado a ele se acomodavam os conservadoristas e os portugueses de pouco brio.
D. Antônio de Mariz, fidalgo dos mais insignes da nobreza de Portugal, leva adiante no Brasil uma colonização dentro mais rigoroso espírito de obediência à sua pátria. Representa, com sua casa-forte, elevada na Serra dos Órgãos, um baluarte na Colônia, a desafiar o poderio espanhol. Sua casa-forte, às margens do Pequequer, afluente do Paraíba, é abrigo de ilustres portugueses, afinados no mesmo espírito patriótico e colonizador, mas acolhe inicialmente, com ingênua cordialidade, bandos de mercenários, homens sedentos de ouro e prata, como o aventureiro Loredano, ex-padre que assassinara um homem desarmado, a troco do mapa das famosas minas de prata.
Dentro da respeitável casa de D. Antônio de Mariz, Loredano vai pacientemente urdindo seu plano de destruição de toda a família e dos agregados. Em seus planos, contudo, está o rapto da bela Cecília, filha de D. Antônio, mas que é constantemente vigiada por um índio forte e corajoso, Peri, que em recompensa por tê-la salvo certa vez de uma avalancha de pedras, recebeu a mais alta gratidão de D. Antônio e mesmo o afeto espontâneo da moça, que o trata como a um irmão.
A narrativa inicia seus momentos épicos logo após o incidente em que Diogo, filho de D. Antônio, inadvertidamente, mata uma indiazinha aimoré, durante uma caçada. Indignados, os aimorés procuram vingança: surpreendidos por Peri, enquanto espreitavam o banho de Ceci, para logo após assassiná-la, dois aimorés caem transpassados por certeiras flechas; o fato é relatado à tribo aimoré por uma índia que conseguira ver o ocorrido. A luta que se irá travar não diminui a ambição de Loredano, que continua a tramar a destruição de todos os que não o acompanhem.
Pela bravura demonstrada do homem português, têm importância ainda dois personagens: Álvaro, jovem enamorado de Ceci e não retribuído nesse amor, senão numa fraterna simpatia; Aires Gomes, espécie de comandante de armas, leal defensor da casa de D. Antônio.
Durante todos os momentos da luta, Peri, vigilante, não descura dos passos de Loredano, frustrando todas suas tentativas de traição ou de rapto de Ceci. Muito mais numerosos, os aimorés vão ganhando a luta passo a passo.
Num momento, dos mais heróicos por sinal, Peri, conhecendo que estavam quase perdidos, tenta uma solução tipicamente indígena: tomando veneno, pois sabe que os aimorés são antropófagos, desce a montanha e vai lutar in loco contra os aimorés: sabe que, morrendo, seria sua carne devorada pelos antropófagos e aí estaria a salvação da casa de D. Antônio: eles morreriam, pois seu organismo já estaria de todo envenenado.
Depois de encarniçada luta, onde morreram muitos inimigos, Peri é subjugado e, já sem forças, espera, armado, o sacrifício que lhe irão impingir. Álvaro, a esta altura enamorado de Isabel, irmã adotiva de Cecília consegue heroicamente salvar Peri.
Peri volta e diz a Ceci que havia tomado veneno. Ante o desespero da moça com essa revelação, Peri volta à floresta em busca de um antídoto, espécie de erva que neutraliza o poder letal do veneno. De volta, traz o cadáver de Álvaro morto em combate com os aimorés.
Dá-se então o momento trágico da narrativa: Isabel, inconformada com a desgraça ocorrida ao amado, suicida-se sobre seu corpo.
Loredano continua agindo. Crendo-se completamente seguro, trama agora a morte de D. Antônio e parte para a ação. Quando menos supõe, é preso e condenado a morrer na fogueira, como traidor.
O cerco dos selvagens é cada vez maior. Peri, a pedido do pai de Cecília, se faz cristão, única maneira possível para que D. Antônio concordasse, na fuga dos dois, os únicos que se poderiam salvar. Descendo por uma corda através do abismo, carregando Cecília entorpecida pelo vinho que o pai lhe dera para que dormisse, Peri, consegue afinal chegar ao rio Paquequer. Numa frágil canoa, vai descendo rio abaixo, até que ouve o grande estampido provocado por D. Antônio, que, vendo entrarem os aimorés em sua fortaleza, ateia fogo aos barris de pólvora, destruindo índios e portugueses.
Testemunhas únicas do ocorrido, Peri e Ceci caminham agora por uma natureza revolta em águas, enfrentando a fúria dos elementos da tempestade. Cecília acorda e Peri lhe relata o sucedido. Transtornada, a moça se vê sozinha no mundo. Prefere não mais voltar ao Rio de Janeiro, para onde iria. Prefere ficar com Peri, morando nas selvas.
A tempestade faz as águas subirem ainda mais. Por segurança, Peri sobe ao alto de uma palmeira, protegendo fielmente a moça. Como as águas fossem subindo perigosamente, Peri, com força descomunal, arranca a palmeira do solo, improvisando uma canoa. O romance termina com a palmeira perdendo-se no horizonte, não sem antes Alencar ter sugerido, nas últimas linhas do romance, uma bela união amorosa, semente de onde brotaria mais tarde a raça brasileira...

Nome: Fátima Paraguassú
Título: Resumo de O mundo de Sofia

O Mundo De Sofia
(De Jostein Gaarder, por Marino, Ricardo, Rafael e Thiago)




O Mundo de Sofia, editado pela primeira vez em 1991, é um dos livros que continua a encantar todo o tipo de leitores. Mesmo depois de todo o êxito inicial e de se ter tornado quase de imediato um best-seller, continua a ser lido, hoje em dia, por milhares de pessoas, em particular por jovens. O autor, Jostein Gaarder, professor de filosofia do secundário, conseguiu de uma forma original desenvolver uma aventura cheia de reflexões e perguntas através da história da filosofia desde o princípio dos tempos.
O objectivo principal deste livro não é, segundo o nosso ponto de vista, relatar ao leitor a evolução da filosofia ao longo do tempo, mas sim fazer com que este não seja tão indiferente àquilo que o rodeia. Isto é conseguido através das respostas dos grandes filósofos às questões que sempre afligiram o mundo.
A capacidade de nos surpreendermos é a única coisa de que precisamos para nos tornarmos bons filósofos (...) E agora tens que te decidir, Sofia: és uma criança que ainda não se habituou ao mundo? Ou és uma filósofa que pode jurar que isso nunca lhe acontecerá?... Não quero que tu pertenças à categoria dos apáticos e dos indiferentes. Quero que vivas a tua vida de forma consciente.
Quem és tu?, De onde vem o mundo?, Haverá uma vontade e um sentido por detrás daquilo que acontece?, estas são algumas das perguntas colocadas a Sofia durante aquilo que irá ser um verdadeiro curso de filosofia. Este curso foi oferecido a Sofia por uma pessoa que ela não conhecia mas que acabou por se tornar rapidamente num grande amigo. Através dele, Sofia viaja até 600 a.c., onde encontra os primeiros filósofos, e a partir daí segue o rumo da história dos homens e o evoluir da mentalidade e do pensar filosófico. É por meio do seu professor de filosofia que Sofia conhece Sócrates, Aristóteles, Descartes, Spinoza, Kant, Hegel, Marx, Freud, entre muitos outros.
Mas a história de Sofia e Alberto (o seu professor) não fica por aqui. Ao mesmo tempo que se vai desenvolvendo o seu curso de filosofia, as duas personagens vão-se apercebendo da existência de outra realidade para além daquela em que vivem.
É uma história composta de muitas outras, que nos faz pensar se não seremos também nós apenas personagens duma história que um dia alguém escreveu. É nesta perspectiva que o autor faz aparecer na mesma realidade que Sofia personagens como o Capuchinho Vermelho, Aladino ou o João Ratão, todas elas criadas um dia por alguém que lhes era superior e que lhes restringia a existência a uma simples história infantil. Depois de criadas, todas elas são obrigadas a viver num plano de existência paralelo. O mesmo aconteceu a Sofia e Alberto, que no fundo não passam de duas personagens duma aventura na filosofia.

Nome: Fatima Paraguassú
Título: HOMENAGEM AOS ARTISTAS




O Artista é um “Ser Especial”, dotado de sensibilidade.
Carregamos dentro de nós, a coragem, a ousadia, o sonho, a ilusão.
Temos nos olhos a luz que brilha e reflete na escuridão das intempéries da vida.
Temos no coração a ânsia da espera,
temos nas mãos a arma, que, apontada para um papel em branco, transforma letras em palavras, palavras em frases,
frases em efeitos benéficos que ameniza sofrimentos, alivia tensões, desperta emoções...
Todo e qualquer artista é cópia perfeita da essência divina,
escolhidos para espalhar alegria em toda face da terra.
Mesmo que numa noite tenebrosa, com forte vendaval, caia todo telhado de nossa morada.
Mesmo que derrubem nossas paredes, que nem sempre estão totalmente construídas.
Nós somos capazes de reconstruir e passar novamente para dentro de nossa casa.
Nossa morada é nosso interior. Nossa casa é nosso coração!
Que Deus proteja todos nós.

Nome: Um poeta
Título: Mensagem

Para entender o coração e a mente de uma pessoa, não olhe para o que ela já conseguiu, mas para o que ela aspira. (Kalil Gibran)

Nome: Maria Loussa
Título: DIAS SOMBRIOS

Dias Sombrios

Em vão busca-se descobrir os mistérios
Existentes entre a aurora e o crepúsculo
Estão aí, crescem e aborrecem
Apesar de tantas verdades expostas
As interrogações permanecem.

Cada crepúsculo mostra o encerramento
Do ciclo diário que se finda
Dando-nos a visão de dura realidade
Da luta insana pela sobrevivência
E seres humanos mostrando sua maldade.

Todos os dias uma nova esperança
Faz-nos acreditar que vai ser diferente
Mas novos tormentos, dardos malignos
O dia revela, a noite tenta esconder
O mau cheiro dos atos indignos.

A nostalgia que traz o pôr do sol
Já não traz o romantismo de outrora
O trabalhador cansado não tem certeza
De voltar para casa em segurança
Reencontrar a família, em paz, com nobreza.

Oh! Quem me dera poder voltar
Aos tempos idos sem violência
Não precisar ver tantos atos tiranos
Sofrer por não poder resolver
Atrocidades praticadas por seres humanos.

Poderíamos viver dias de alegria
Não fossem as repentinas noites desesperadoras
Estamos a pagar o preço da impunidade
Que incrivelmente parece continuar
Por negligência de autoridades.

Sofremos com dores fortes
Dores físicas, dores emocionais
Precisamos de um basta. É demais!
Elas já não cabem dentro de nós
Quase todos os fatos e notícias são fatais.

Urge que se faça alguma coisa
Concreta, que traga solução
A rebeldia e a força corrompem
Mas a busca de Deus e seus princípios
Podem mudar o coração do homem.

Maria Loussa



Nome: Francisco Amorim
Título: "Auréas de um Passado"


Vivemos num presente de vidas
lembranças de um passado ido, findo
esperançosos de futuros vindouros, floridos!
nas regalias de frutos promissores.

A vida nos enche de alegrias em trovas,
versando nos lábios palavras alegres
nas rimas a augusta auréa do passando,
dançando nos sonhos de pensamentos.

Nossas vidas segue em ritmo de sonhos,
valsando sobre nossas mentes, ideais,
confortáveis acervos para os nossos instantes,
momentaneos de alegrias na vida.

O passado em auréa se vai, vivo, solene,
porém o que fica são sonhos, sonhados,
vividos, partilhados, sadios, e, o que resta dos sonhos é presente realizado, amado!

O passado se foi, o presente permanece,
a esperança no futuro se renova,
Laços eternos prende o poeta ao sonho
de amar, amar e amar.

Nome: Fátima Paraguassú
Título: DOCE ILUSÃO


DOCE ILUSÃO



MINHAS MÃOS TATEIAM
(...), ESCORREGAM...
ENTRAM PELA SOMBRA DO ABISMO.
NO FUNDO QUENTE E SOMBRIO
DEPARA COM O GOZO: O JUIZO.

ELEVA A TEMPERATURA.
NO AR, MISTÉRIO,
DOR... IDÍLIO.
SUAVE O AROMA DA NOITE
SEDADO PELO EROTISMO

MINHAS MÃOS DESCEM E SOBEM,
ENTRAM E SAEM ...TATEIAM.
CAI A CORTINA,
ACABOU A FESTA.
É TARDE! BOA NOITE!
VOU ME DEITAR.

AO ADORMECER
QUERO SONHAR,
AO SONHAR QUERO TE VER.

NO CREPÚSCULO QUERO IMAGINAR
QUE MINHAS MÃOS TE TOCAM,
QUE MINHA PELE ERIÇA,
QUE MINHA VOZ ECOA,
QUE NO SONHO A IMAGEM QUE VOA
É O ANJO ADORADO:
MEU AMIGO, (E) NAMORADO,
MINHA VERVE, MINHA VIDA...
MEU BEM QUERER

Nome: Tânia Regina Voigt
Título: QUEM ÉS TU MEU ENCANTO?

Ah! Quem és tu meu encanto que longe inebrias
Como se aqui comigo estivesse a falar?
E, teu canto pra mim vem trazer alegrias
Fazendo de paixão meu coração vibrar...

Sim. Quem és tu homem, anjo, ou só um querubim
Que mesmo sem te ouvir a voz, sinto-o cantar?
Como num solo lindo dissesse pra mim
Que tu sonhas comigo e também, quer me amar.

Quem és tu que serás tão somente meu um dia?
Minh’alma já se alegra só de hoje saber
Que aceitastes a minha humilde companhia

E que um dia virás pra mim sempre a sorrir
Mas, eu preciso só mais um ponto entender:
Quem és tu e, diz pra mim que não irás sumir.


Nome: RITA LEE
Título: HOMENGEM ÀS MULHERES



Homenagem a todas as mulheres que compartilham comigo a luta pelo direito de ser "pessoa" apesar dos diversos ditames da sociedade que faz com que nos sintamos, tantas vezes, apenas sexo...

Eu tinha 13 anos, quando ouvi gritos de pavor. Vinha da vizinhança, da casa de Bete, mocinha linda, que usava tranças. Levei apenas uma hora para saber o motivo. Bete fora acusada de não ser mais virgem e os dois irmãos a subjugavam em cima da sua estreita cama de solteira, para que o médico da família lhe enfiasse a mão enluvada entre as pernas e decretasse se tinha ou não o selo da honra. Como o lacre continuava lá, os pais respiraram, mas a Bete nunca mais foi à janela, nunca mais dançou nos bailes e acabou fugindo, ninguém sabe como, nem com quem.

Eu tinha apenas 14 anos, quando Maria Lúcia tentou escapar, saltando o muro alto do q